quinta-feira, 2 de agosto de 2007
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
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(Miguel Esteves Cardoso)
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Viver todos os dias cansa.
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terça-feira, 31 de julho de 2007
Tony(i) Carreira, o Poeta Cantor...
Ontem, para minha felicidade vi-o na televisão, ou melhor ou seu novo videoclip, está bonito sim senhor, mas não acha que estava na altura de começar a mudar um bocadinho as suas letras… Eu que acompanho a sua Carreira ( foi giro este trocadilho, não foi Tony(i)? ), desde que saiu da sua linda aldeia de Armadouro, fiquei desapontado, então o senhor não sabe que não pode continuar o resto da vida a falar ( cantar ) das mesmas coisas? Ele é os sonhos de menino, a linda aldeia, o poeta cantor, o vagabundo de amor, as tristezas e amarguras da vida de cantor, a sua guitarra o coração perdido e os dois corações sozinhos.
Também eu sei, que não é fácil, um pessoa que conseguiu o sucesso de encher os famosos Olímpia de Paris, o Mítico Coliseu de Lisboa e o não menos grandioso Pavilhão Atlântico, separar-se assim da sua fórmula de sucesso, mas bolas Tony(i), inova pá…
Eu, que sou um grande fã seu, admito que esta sua ultima musiquinha, não me vai fazer delirar entre mil e uma cervejas nos bailaricos de verão, como clássicos como “Quando eras minha” ou “Quem era eu sem ti”, está mais meloso o senhor, tem saudadinhas da França, é?
Sabe também eu sou emigrante como o senhor o foi, também deixei a minha aldeia perdida ( não na Beira ), mas noutro sitio e procurei melhor sorte, já me lembrei de ser poeta cantor como o senhor é… já me imaginei, não com a minha guitarra, mas com um bandolim, a tocar pelo mundo fora, as aventuras de emigra, mas depois olho para as suas cantigas e vejo que já usou todas a palavras que podem explicar o sentimento de nostalgia do nosso país, isso não se faz Tony(i), já pensou que há mais pessoas com sonhos de menino? E agora, o que irão fazer? Cantar acerca das obras onde trabalham em Espanha? Da arte da pastorícia? Dos seus supermercados na Africa do Sul? Ou das padarias na Venezuela e no Brasil? Como vê, não vai ser fácil, alguém vingar na musica ligeira portuguesa, com letrinhas assim…
Ao contar a sua historia vezes sem conta, nas suas cantigas, de trás para frente e da frente para trás, sempre com a mesma lenga-lenga, hipotecou todas as chances de dezenas de cantores… e depois a malta fica admirada que apareçam as Floribellas e os Zé Cabras, ou mesmo o Alex com Mister Gay… Não há mais nada para se escrever, o senhor Tony(i) já escreveu tudo.
Com isto peço-lhe apenas que evolua, e continuarei a ser o seu maior fã nos meses de Julho até meados de Setembro, depois disso nada feito. Ou passo para o Mickael, ou volto a Mónica Sintra, esta sim tem letras catitas e sempre diferentes… com anjinhos da guarda, na minha cama com ela e com o eterno “Pensa bem”.
Um abraço,
PrimaNocte.
( Não sei bem se Tony(i) é com ípsilon que se escreve, ou com o “i” tradicional, mas parece-me mais próprio ser com o “y”, visto que se fosse com “i” teria de ter uma vasta bigodaça nessa carinha, ou que para minha manifesta tristeza não é o caso, mas adiante.)
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segunda-feira, 30 de julho de 2007
Um beijo teu...
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Á margem...
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sexta-feira, 27 de julho de 2007
É plágio, sim senhor...
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quarta-feira, 25 de julho de 2007
Há muitas raparigas bonitas em Moçambique
Deitado ao lado dela ao pé do mar
E quando chega a altura de deixar Moçambique
by Bob Dylon and Jacques Levy
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terça-feira, 24 de julho de 2007
Principais Etnias de Moçambique.
Numa posição estratégica da costa oriental de África, Moçambique tem sido ao longo dos tempos ocupada por muitos povos, apresentando um enorme mosaico de indivíduos de diferentes origens e culturas, africanos (negros e mestiços), árabes, indianos, europeus, etc. Os povos africanos que habitam actualmente Moçambique são incluídos no grande grupo dos Bantu, que povoa quase toda a África a Sul do Sahara. Dentro deste grupo há muitas subdivisões, ou etnias.
Tongas.
É constituído pelos seguintes subgrupos: Changanas, Chopes, Tsuas e Rongas. Os Tongas (ou tsongas em inglês) chamam-se a si próprios de Vatsonga (plural) o Mutsinga (singular).
Povo de agricultores e pastores do sul de Moçambique, foram os primeiros a emigrar para as minas da África do Sul no século XIX. Hoje estão presentes em Moçambique ( Maputo e Gaza), no Transval e no Zimbabué (Sul e no Este).
Batongas
Os Batongas ou Bitongas são em geral incluídos entre os Chopes.
Macuas.
É constituído pelos seguintes subgrupos: Lomués, Chacas, Medos, Macondes, Podzos, Acherinas e outros. Os Macuas-Lomués constituem a mais numerosa etnia de Moçambique (cerca de três milhões de pessoas). Os macuas estão espalhados pela Tanzânia, Malawi, Madagáscar, Ilhas Seychelles e Maurícias (devido ao tráfico de escravos).
Macondes.
Muito conhecidos internacionalmente pelas suas esculturas.
Nhanjas.
É constituído pelos seguintes subgrupos: Ajuda, Senga, Maganja, Auguro, Vanhungués e Atande.
Swahilis
Localizam-se na região do Quionga e Quelimane, embora existam algumas comunidades mais a Sul de Moçambique. Tratam-se de populações africanas islamizadas, cuja cultura se estende ao longo de toda a costa oriental de África até Moçambique, incluindo os Camarões e Madagáscar. Foram os introdutores do Islamismo nesta região. Tiveram a sua época de maior florescimento no século XVI.
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A concorrência...


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Receita para um "jet-set" nacional por Mia Couto
O "jet-set" como todos sabem é algo que ninguém sabe o que é. Mas reúne a gente de luxo, a gente vazia que enche de vazio as colunas sociais. O jet-set moçambicano está ainda no início. Aqui seguem umas dicas que, durante o próximo ano, ajudarão qualquer pelintra a candidatar-se a um jet-setista. Haja democracia! As sugestões são gratuitas e estão dispostas na forma de um pequeno manual por desordem alfabética:
Anéis - São imprescindíveis. Fazem parte da montra. O princípio é: quem tem boa aparência é bem aparentado. E quem tem bom parente está a meio caminho para passar dos anéis do senhor à categoria de Senhor dos Anéis O jet-setista nacional deve assemelhar-se a um verdadeiro Saturno, tais os anéis que rodeiam os seus dedos. A ideia é que quem passe nunca confunda o jet-setista com um magaíça, um pobre, um coitado. Deve-se usar jóias do tipo matacão, ouros e pedras preciosas tão grandes que se poderiam chamar de penedos preciosos. A acompanhar a anelagem deve exibir-se um cordão de ouro, bem visível entre a camisa desabotoada.
Boas maneiras - Não se devem ter. Nem pensar. O bom estilo é agressivo, o arranhão, o grosseiro. Um tipo simpático, de modos afáveis e que se preocupa com os outros? Isso, só uma pessoa que necessita de aprovação da sociedade. O jet-setista nacional não precisa de aprovação de ninguém, já nasceu aprovado. Daí os seus ares de chefe, de gajo mandão, que olha o mundo inteiro com superioridade de patrão. Pára o carro no meio da estrada atrapalhando o trânsito, fura a bicha, passa à frente, pisa o cidadão anónimo. Onde os outros devem esperar, o jet-setista aproveita para exibir a sua condição de criatura especial. O jet-setista não espera: telefona. E manda. Quando não desmanda.
Cabelo - O nosso jet-setista anda a reboque das modas dos outros. O que vem dos americanos: isso é que é bom. Espreita a MTV e fica deleitado com uns moços cuja única tarefa na vida é fazer de conta que cantam. Os tipos são fantásticos, nesses video-clips: nunca se lhes viu ligação alguma com o trabalho, circulam com viaturas a abarrotar de miúdas descascadas. A vida é fácil para esses meninos. De onde lhes virá o sustento? Pois esses queridos fazem questão em rapar o cabelo à moda militar, para demonstrar a sua agressividade contra um mundo que os excluiu mas que, ao que parece, lhes abriu a porta para uns tantos luxos. E esses andam de cabelo rapado. Por enquanto.
Cerveja - A solidez do nosso matreco vem dos líquidos. O nosso candidato a jet-setista não simplesmente bebe. Ele tem de mostrar que bebe. Parece um reclame publicitário ambulante. Encontramos o nosso matreco de cerveja na mão em casa, na rua, no automóvel, na casa de banho. As obsessões do matreco nacional variam entre o copo e o corpo (os tipos ginasticam-se bem). Vazam copos e enchem os corpos (de musculaças). As garrafas ou latas vazias são deitadas para o meio da rua. Deitar a lata no depósito do lixo é uma coisa demasiado "educadinha". Boa educação é para os pobres. Bons modos são para quem trabalha. Porque a malta da pesada não precisa de maneiras. Precisa de gangs. Respeito? Isso o dinheiro não compra. Antes vale que os outros tenham medo.
Chapéu - É fundamental. Mas o verdadeiro jet-setista não usa chapéu quando todos os outros usam: ao sol. Eis a criatividade do matreco nacional: chapéu ele usa na sombra, no interior das viaturas e sob o tecto das casas. Deve ser um chapéu que dê nas vistas. Muito aconselhável é o chapéu de cowboy, à la Texana. Para mostrar a familiaridade do nosso matreco com a rudeza dos domadores de cavalos. Com os que põe o planeta na ordem. Na sua ordem.
Cultura - O jet-setista não lê, não vai ao teatro. A única coisa que ele lê são os rótulos de uísque. A única música que escuta são umas "rapadas e hip-hopadas" que ele generosamente emite da aparelhagem do automóvel para toda a cidade. Os tipos da cultura são, no entender do matreco nacional, uns desgraçados que nunca ficarão ricos. O segredo é o seguinte: o jet-setista nem precisa de estudar. Nem de ter Curriculum Vitae. Para quê? Ele não vai concorrer, os concursos é que vão ter com ele. E para abrir portas basta-lhe o nome. O nome da família, entenda-se.
Carros - O matreco nacional fica maluquinho com viaturas de luxo. É quase uma tara sexual, uma espécie de droga legalmente autorizada. O carro não é para o nosso jet-setista um instrumento, um objecto. É uma divindade, um meio de afirmação. Se pudesse o matreco levava o automóvel para a cama. E, de facto, o sonho mais erótico do nosso jet-setista não é com uma Mercedes. É, com um Mercedes.
Fatos - Têm de ser de Itália. Para não correr o risco do investimento ser em vão, aconselha-se a usar o casaco com os rótulos de fora, não vá a origem da roupa passar despercebida. Um lencinho pode espreitar do bolso, a sugerir que outras coisas podem de lá sair.
Simplicidade - A simplicidade é um pecado mortal para a nossa matrecagem. Sobretudo, se se é filho de gente grande. Nesse caso, deve-se gastar à larga e mostrar que isso de país pobre é para os outros. Porque eles (os meninos de boas famílias) exibem mais ostentação que os filhos dos verdadeiros ricos dos países verdadeiramente ricos. Afinal, ficamos independentes para quê?
Óculos escuros - Essenciais, haja ou não haja claridade. O style - ou em português, o estilo - assim o exige. Devem ser usados em casa, no cinema, enfim, em tudo o que não bate o sol directo. O matreco deve dar a entender que há uma luz especial que lhe vem de dentro da cabeça. Essa a razão do chapéu, mesmo na maior obscuridade.
Telemóvel - Ui, ui, ui! O celular ou telemóvel já faz parte do braço do matreco, é a sua mais superior extremidade inferior. A marca, o modelo, as luzinhas que acendem, os brilhantes, tudo isso conta. Mas importa, sobretudo, que o toque do celular seja audível a mais de 200 metros. Quem disse que o jet-setista não tem relação com a música clássica? Volume no máximo, pelo aparelho passam os mais cultos trechos: Fur Elise de Beethoven, a Rapsódia Húngara de Franz Liszt, o Danúbio Azul de Strauss. No entanto, a melodia mais adequada para as condições higiénicas de Maputo é o Voo do Moscardo.
Última sugestão: nunca desligue o telemóvel! O que em outro lugar é uma prova de boa educação pode, em Moçambique, ser interpretado como um sinal de fraqueza. Em Conselho de Ministros, na confissão da Igreja, no funeral do avô: mostre que nada é mais importante que as suas inadiáveis comunicações. Você é que é o centro do universo! "
Mia Couto
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segunda-feira, 23 de julho de 2007
A telenovela Bling, não para...
"SOCIEDADE
Dama do Bling sofre abordo espontâneo.
22/07/2007
A cantora moçambicana Dama do Bling sofreu, ontem, um abordo espontâneo que se supõe seja decorrente de um golpe psicológico na sequência das críticas a que tem sido alvo devido a forma como se tem exibido nos palcos.
Estas críticas viriam a ser endurecidas após a sua exibição há dias num espectáculo televisivo organizado pela STV onde a cantora, cuja gravidez já contava cinco meses, terá actuando semi-nua.
Ivânia Mudanisse, de seu nome verdadeiro, encontra-se, neste momento, internada numa clínica na vizinha África do sul para onde foi evacuada depois de ter sido acometida de fortes dores."
se keres falar mal d mim SAI
qd eh k vao parar d falar
se keres falar mal d mim SAI
coro
se keres falar mal d mim SAI
coro
se keres falar mal d mim SAI
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10:03
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Boa Palma, finalmente já não me dás só lume...
Chegado da guerra, fiz tudo p´ra sobreviver
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo
Encosta-te a mim, desatinamos tantas vezes
Eu venho do nada porque arrasei o que não quis
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo
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Constatação do dia:
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quinta-feira, 19 de julho de 2007
Dama do Bling

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quarta-feira, 18 de julho de 2007
A Dama do momento...

A polémica aqui em Mozambique é grande a Dama do Momento é esta senhora e Chama-se Dama do Bling, passo a transcrever o que por aqui se diz:
A música faz referência as bocas invejosas, mesquinhas e impertinentes, como também manda calar as mesmas bocas que comentam a maneira como ela veste, por ela estar grávida, etc... Muito bem menina, é assim mesmo. És casada, crescida e ninguém tem nada haver com a tua vida. Força..."
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segunda-feira, 16 de julho de 2007
A cabrona!!!
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quinta-feira, 12 de julho de 2007
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quarta-feira, 11 de julho de 2007
terça-feira, 10 de julho de 2007
Não pode antes ser?
Que me pedem para tentar.
À cabra cega.
Á sardinha.
Ao jogo do galo.
Ao jogo da concentração.
Brincadeiras para espevitar.
…
Não me apetece.
Por estes dias, os meus divertimentos.
Passariam sempre por sorrisos sem fim.
Com piadas de humor duvidoso.
Gins tónicos sem parar.
Flirts e amores platónicos.
Mais gins e umas 2Ms.
Espectáculos ao vivo da Dama do Bling.
Ritmo. Ritmo. Ritmo.
Olhares de desejo.
Corpos bronzeados pelo sol Africano.
Praia. Águas quentes.
Isto sim, são brincadeiras com interesse.
Não pode ser?
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segunda-feira, 9 de julho de 2007
I embrace África...
Kendell Geers
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